Dead Combo

Um dos tipos dos Dead Combo (o do chapéu) tinha (ou tem ainda, não sei) um filho(a) na escola onde andaram os meus filhos.

Lembro-me de o ver e de achar que era um personagem com graça. Uns tempos mais tarde, descobri que fazia parte dos Dead Combo que tinham lançado um disco (cd para os mais novos). Li sobre o disco no Público e percebi que a coisa devia valer a pena. Comprei, passei para o iPod e esqueci (tenho esta mania com os discos, livros e dvds. Compro e, mais tarde, ouço, leio ou vejo).

Ontem, no meu passeio matinal até ao office, resolvi ouvir o disco.

Rendi-me. Por identificação (que não me apetece explicar) à medida que o disco avança, lembrei-me dos filmes do David Lynch, do Tarantino, do Wim Wenders (só o Paris, Texas) e do Kusturica.

Depois a supresa. Muitos sons novos. Muita coisa nova (ouvir o som do amolador de facas e tesouras é uma coisa estranha e bonita).

É, sem dúvida, um dos melhores discos de 2006.

A obsessão foi de tal ordem que obriguei a J. e os miúdos a ouvirem o disco ao jantar.

Todos aprovaram.

Vão estar no Maxime, no próximo dia 17. Vou tentar ir.

dead-combo.jpg

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